O que Tomar para a Síndrome do Pânico

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Ninguém deseja ficar sofrendo com o transtorno do pânico, tampouco os familiares e amigos próximos a pessoas que estão passando por esse distúrbio. Por isso, a primeira coisa que podem perguntar ao profissional que estiver tratando o paciente é o que tomar Síndrome do Pânico. No entanto, por mais que existam profissionais que defendem o uso de medicamentos, ao menos, no início do tratamento, existem maneiras terapêuticas de tratar a pessoas com o transtorno sem o uso de fármacos permanentes.

Para você que precisa saber o que tomar para a Síndrome do Pânico, o tratamento base se constitui em remédios que vão tornar possível o bloqueio ou a redução dos seus ataques de pânico, tanto em intensidade como em frequência. Com a minimização do seu sofrimento, será possível partir para outros tratamentos, os quais vão buscar as causas reais e profundas das suas crises de pânico. Além disso, se você sofre da Síndrome do pânico, não pode esperar que os ataques simplesmente parem, espontaneamente, pois, isso é pouco provável. Além disso, enquanto você fica aguardando que alguma coisa milagrosamente aconteça, sua vida pode começar a ruir aos poucos.

Problemas enfrentados no Transtorno do Pânico

Com os constantes ataques de pânico, você vai começar a se sentir ainda mais ansioso do que já deve ser. Se a Síndrome do pânico não for tratada pode desenvolver na pessoa outras fobias, como a agorafobia, que pode fazer com que você sinta medo de estar em lugares amplos, abertos ou com muitas pessoas.

Essa fobia não está relacionada com o medo das pessoas ou do lugar em si, mas com o medo que você pode ter de estar em um local que dificulte a sua movimentação no caso de passar por mais uma crise. Ou seja, se não tratada, a pessoa pode ter uma grande mudança em sua vida, com medo de fazer determinadas atividades, de ir a certos lugares e, até mesmo, de sair de casa. Tudo isso por causa da ansiedade antecipatória.

Por consequência, atitudes desse tipo podem fazer com você se afaste de seus amigos, familiares, atrapalhando a sua convivência interpessoal. Conforme a sua situação, será necessário, ainda, se afastar do trabalho ou se continuar no seu emprego, não conseguirá aceitar novos desafios e promoções. Pior ainda é se a sua Síndrome do pânico não for diagnosticada e, ao contrário, for confundida com problemas cardiológicos, o que pode acontecer e que fará apenas com que você tenha gastos excessivos com exames dispensáveis.

Quando o transtorno não é identificado pelos profissionais da saúde, assim, causando uma peregrinação em médicos, até que algum consiga diagnosticar o que está acontecendo, o desgaste pessoal é grande, bem como dos demais familiares, que estão acompanhando a pessoa em busca de ajuda. Essas situações podem desestabilizar a relação familiar, quando o que a pessoa com as crises mais precisa é do apoio dos demais.

Drogas Antipânico

Em decorrência do estado do paciente e de como estiver a evolução dos ataques de pânico, o médico pode avaliar a necessidade de usar drogas antipânico para estabilizar o seu quadro. No Brasil, os estudos engatinham, mas já foi possível observar a eficaz desses fármacos para exercer os seus efeitos nos sistemas de neurotransmissão cerebral, os quais são os atingidos durante uma crise.

As drogas antipânico são, em geral, antidepressivos que aumentam ou diminuem o funcionamento dos neurotransmissores em nível cerebral, bloqueando os ataques de pânico. Os mais comuns são os benzodiazepínicos, antidepressivos tricíclicos, inibidores da monoaminaoxidase, inibidores seletivos da recaptação deserotonina e os inibidores seletivos de serotonina e noradrenalina. Porém, apenas ao médico compete escolher qual deles é o indicado para cada paciente, pois todos eles causam efeitos colaterais.

 

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